domingo, 30 de janeiro de 2011

Tabuleiro e peça novos

. . Por Unknown, com 1 commentário

Quando fui informado, no início deste mês, que o astrônomo Parke Kunkle defende que as mudanças no alinhamento terrestre alteraram as datas dos signos do zodíaco, e mais, que existe um décimo terceiro (13º!) signo, Ophiuchus, ou Serpentário, pensei que tragédia pouca seria o meu signo agora ser este último. E é. Uma catástrofe psíquica me invadiu. Confesso, já está claro nesse momento: eu leio horóscopo... Há 3.000 anos estão definidos os signos e a astrologia tal como todos conhecemos, daí aparece um sujeito e... tcharan! Tudo muda? Como assim?...

sábado, 22 de janeiro de 2011

Coluna do Leitor - Casa

. . Por Mistura Indigesta, com 0 comentários

Não se está na casa,à meia luz,não se está na casa:não se vê o número na parede.No lusco-fusco,não se está;que se toquena pedra branca,arenosa,que se sintam, lentamente,esparramando a palma da mão,recuos ao infinito,que se arranque com as unhasprova calcada de sua presençaem farelos;não está.Suspenso na despedida,o sol obriga ao catavento, entre arabescos na varanda,a rarefação de cada sílaba,rente ao muro,do visitante quase familiar:“nuncase está”.Na casa,não.Apenas.Felipe Bier Nogueira é roseano, apesar de torcer pelo Palmeiras. Não, não é verde-rosa...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O dilema de Godard

. . Por Thiago Aoki, com 5 comentários

"Je vous salue Sarajevo" (acima), de 1993, estava na 29ª Bienal de Artes de São Paulo e tem como autor Jean-Luc Godard, que analisa uma única foto da guerra na Bósnia, ocorrida entre os anos de 1992 e 1995. Embora faça referência a uma guerra particular, o texto, além de belíssimo, tem como grande máxima uma definição universal que adoro:“Pois há uma regra e uma exceção. Cultura é a regra. E arte a exceção. Todos falam a regra: cigarro, computador, camisetas, TV, turismo, guerra. Ninguém fala a exceção. (...) A regra quer a morte da exceção.”Mais...

domingo, 16 de janeiro de 2011

Poeira Nas Entrelinhas

. . Por Fábio Accardo, com 3 comentários

Ler ouvindo "Eu quero é botar meu bloco na rua" de Sérgio SampaioLembro-me de um dos indigestos contando-me uma história que lhe ocorrera num ônibus em Campinas, onde um certo senhor reclamava sobre qualquer coisa (que poderia não ter nem aberto a boca para tal). Reclamação essa menos importante aqui nesse relato, diante de tamanho impacto da sua ação seguinte. Segundo nosso indigesto detalhista o senhor teria coloca as costas da mão direita no ombro esquerdo e agitado a mão como se "espanasse"...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Pontos, pontos (...)

. . Por Unknown, com 3 comentários

Reticências, o que são reticências? Professor Aurélio, por favor: - Sinal de pontuação, série de pontos com que se marca interrupção ou omissão. Mais, supressão voluntária de uma coisa que poderia ou deveria ter sido dita. Ou ainda, é uma figura retórica pela qual o orador, calando-se, faz perceber o que não quer dizer expressamente. Segundo a “história via google”, também, reticência deriva de taciturno, deixando entender, em silêncio, o sentido daquilo que não se diz, e, possivelmente, muito...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Explosões Dinâmicas - Fotografia e Arte

. . Por Fernando Mekaru, com 1 commentário

A fotografia é um campo relativamente controverso da arte, por normalmente exigir uma série de explicações para que se justifique qualificar uma foto como arte e a foto que se tira da família como algo mundano, que vez ou outra acabam caindo no interminável e trabalhoso debate sobre o que caracteriza os trabalhos de uma determinada mídia como sendo arte ou não. Os trabalhos de Martin Klimas, porém, são rápidos em dispensar explicações e deixar muito claro que a fotografia é uma arte tão válida quanto a pintura ou a escultura.Klimas especializou-se...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Coluna do Leitor - Diana e Prometeu

. . Por Mistura Indigesta, com 0 comentários

Por Luis Fernando MifôComo diz Chico Buarque: quem me ver sempre parado, distante, garante que eu não sei sambar. Mas eu sambo bem sim, pode acreditar. Sou quase um mestre-sala. O problema é que me tornei um filósofo chato e minha chatice acabou me convencendo de que no fundo no fundo eu não gosto do carnaval. Então deixei de frequentá-lo.Mas em 2009 conheci Diana, e Diana me disse que não perderia nenhuma noite de folia daquele ano. Se eu não tivesse conhecido Diana, certamente teria partido para...

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