
Acho que as pessoas me consideram extrovertido, alguns, menos criteriosos, até me acham engraçado. Outros, amigos mais antigos, reclamam da repetição das piadas sem graças após sofríveis anos de convivência. Mas, de fato, o humor - do pastelão ao sarcasmo fino - sempre me perseguiu. Hoje, fiquei um bocado receoso com a interessante entrevista do cartunista Quino para a Ilustrada da Folha de São Paulo. O tom que a edição da reportagem apresentou demonstra um Quino tanto quanto ranzinza, niilista, descrente. Que se sente idiota em posar para fotos...