sábado, 26 de novembro de 2011

Na esquina de uma cidade

. . Por Thiago Aoki, com 2 comentários

Na esquina de uma cidade, o encontro entre ruas distintas. Beirando a quina, pessoas trocam olhares, informações, decifram-se sem palavra alguma. Por que aquela velhinha não atravessa na faixa de pedestre? Meu Deus, onde está a mãe daquele garoto? Pra onde vai aquele japonês? Será que ela estava olhando pra mim?Na esquina de uma cidade, as mesas pra fora do bar indicam fim do expediente do cliente, início do expediente do garçom. O primeiro gole do chope, experiência única do dia, libertação, finalmente...

terça-feira, 22 de novembro de 2011

[Tradução] Nos Divertindo Até A Morte

. . Por Fernando Mekaru, com 3 comentários

Discussões sobre o impacto midiático, sobre o comportamento e o pensamento humanos e da chamada media ecology (tradução grosseira: ambiente midiático) ocorrem com certa frequência atualmente: em geral, tratam-se de discussões e ensaios que buscam expor, de uma maneira ou outra, como os grandes instrumentos de veiculação de informações (em especial a internet) podem colocar tanto um brilhante futuro de democratização cada vez mais massiva e efetiva dos meios de informação das pessoas, ou então como...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Meu estranho vizinho

. . Por Unknown, com 2 comentários

Bom dia, vizinho Acho que você não me conhece. Esquisitas são as nossas vidas, porque na cidade dos meus pais, por exemplo, que não é nenhum fim de mundo de pequenina, todos na rua, no quarteirão, se conhecem, senão amigos, pelo menos de cumprimentos rotineiros. Já aqui, por outro lado, neste lugar tão pequeno, nós, eu, que estou aqui há quase um ano nesta rua, nunca sequer vi você entrar ou sair de casa. Se pelo menos houvesse um elevador para nos encontrarmos, casualmente, como em geral acontece...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pode ou não pode?

. . Por Thiago Aoki, com 1 commentário

- “Chegar atrasado? Não acredito... Bom, depois conversamos...” – e desligou o telefone na minha cara.O carro estava quebrado, chuva forte, isolado na estrada, sem poder nem abrir os vidros pra tomar um ar. Se a bateria funcionasse, poderia ouvir uma música para relaxar. Trinta minutos pra chegar o guincho, poderia estar lendo algo, trabalhando. Mas não, apenas meu mau-humor, e pensamentos sobre a impotência diante do fato: nada poderia fazer.---O que pode e o que não pode. Desde que nascemos, é...

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