sexta-feira, 29 de abril de 2011

De onde vem a calma?

. . Por Thiago Aoki, com 6 comentários

Li críticas sobre o cinema de Sergio Bianchi, segundo as quais, em seus filmes, a obsessão do diretor pelo argumento atrapalha a trama. Depois do fantástico “Cronicamente Inviável” e do bom “Quanto vale ou é por quilo?”, tive a oportunidade de assistir, sem muitas expectativas, ao “Os Inquilinos”, que passou quietinho por 2010. Bianchi não é sociólogo, mas suas películas são aulas de sociologia, que precisam ser revistas algumas vezes para se notar tantas entrelinhas.Não entrarei no mérito do filme, que tem passagens marcantes e outras nem tanto,...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Vinho: embriaguez

. . Por Fernando Mekaru, com 1 commentário

Sempre esteja embriagado. Só ísso. É a única questão. Para não sentir o terrível fardo do Tempo, que fere seus ombros e que te joga à terra, embriague-se sem cessar. Mas de que se embriagar? De vinho, de poesia, de virtude, à sua escolha. Mas embriague-se, E se em algum momento, nas escadarias de um palácio, sobre a verde grama de um fosso, ou na morna solidão de seu quarto você despertar, a embriaguez já diminuta ou ausente, pergunte ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, [...] pergunte...

terça-feira, 19 de abril de 2011

Vinho: "Ovinho"

. . Por Fábio Accardo, com 3 comentários

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Vinho: A última Parreira (Conto)

. . Por Thiago Aoki, com 2 comentários

Um homem na cama do hospital. Estava para morrer, sabia que morreria em breve, era fato consumado. Era um escritor, um poeta errante, nos momentos errados. Vendo de sua cama que a poesia esfacelava-se na velocidade da folhas que caiam no outono. Da janela do hospital, via-se uma parreira que parecia resistir ao pincel cinza que transcorria a cidade. Sentia-se só.Na mocidade, pensava que alcançar a academia, não tão acessível há quarenta anos, lhe garantiria uma vida de conforto. Lembrava como se...

domingo, 17 de abril de 2011

Vinho: Rótulos

. . Por Unknown, com 1 commentário

Lá ia eu saindo de casa em direção ao bar, ao mesmo bar de tantas semanas e meses cotidianos enquanto duas histórias eram remoídas e aproximadas mentalmente. A primeira era uma boa e velha, na verdade sempre nova, dor de cotovelo. Nada mais fazia sentido, nunca iria descobrir algo de novo no mundo, nada teria mais graça, ou diversão que fosse. Tudo seria só chatice, as minhas veias tinham apenas acidez, ironia e sarcasmo profundos. E lembrar que estava a caminho de encontrar uma amiga chata era...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Vinho: Gosto & poder

. . Por Caio Moretto, com 5 comentários

Esse post faz parte da série Vinho.Uma das grandes preocupações da antropologia é tentar compreender o que é universal de todas as comunidades e o que é particular. Ironicamente, os livros de antropologia, depois de lidos, dividem-se em dois grupos que seguem um lógica parecida. De alguns lembra-se apenas o relato, de outros apenas a teoria. Detalhes interessantes tem esse perigoso poder de tirar a atenção do todo. Vale lembrar das duas galinhas d’O Homem Que Copiava de Jorge Furtado ou os dois acrobatas de Luís Fernando Veríssimo. O livro Gosto...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Série Temática: Vinho

. . Por Caio Moretto, com 0 comentários

Baco, o indigesto deus romano do vinho, foi escolhido como ser mitológico padroeiro deste blogue.Um dos maiores conhecedores de vinho, Michael Broadbent, classificava seus vinhos com estrelas, até quatro para os melhores. Nós, subversivos indigestos que aqui escrevemos, fizemos uma anti-degustação. Classificamos as estrelas com taças de vinho. Até quatro para as mais belas. Constelações depois, retomando a consciência, inauguramos um novo momento para este blogue: séries temáticas.Cada indigesto escreverá um ou mais posts sobre o mesmo tema. O...

Da Felicidade

. . Por Fábio Accardo, com 1 commentário

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Como dizia o Poeta...

. . Por Mistura Indigesta, com 3 comentários

"Que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós." (Manoel de Barros)---Certo dia, alguém me disse que em uma de suas últimas palestras, já velhinho, o educador Paulo Freire foi perguntado qual seria seu próximo projeto. Após pensar um pouco, ele respondeu, sereno:- “Será o mesmo projeto que tenho desde o primeiro, fazer de minha prática o mais próximo da coerência com o que eu acredito.”Assim como todo...

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