A filosofia às vezes
me coloca umas perguntas que me deixam fora do ar. De tempos em
tempos, por exemplo, releio O mito de sísifo, de Albert
Camus, e fico paralisado com a pergunta: “será que a vida vale a
pena ser vivida?”. Passo dias apenas perambulando pela minha
própria rotina como um observador tentando entender o absurdo que é viver uma vida
finita.
Mas esse ano as
questões que realmente me tiraram o chão não tiveram nada de
filosóficas ou existenciais.
Um pedreiro chamado
Amarildo...