Uma pombinha entrou no vão, na entrada de casa, e não conseguia sair. Presa, batia no teto pintado de branco, sendo que, diante dela, dos dois lados, havia passagens enormes por onde passamos. Não entendo essas construções, na verdade, enormes, apenas para permitir que a água da chuva ou a luz do sol não cheguem à porta da cozinha. A pombinha poderia voar tranquilamente, tal como entrou ali, porém, em vez disso, voava de um lado para o outro, parava sobre a haste do varal, e, às vezes, esbarrava...