segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A pequena múmia

. . Por Unknown, com 0 comentários

Quando assisti ao “A Culpa é do Fidel”, uma produção francesa, há mais de dois anos, pensei que era apenas mais um filme sobre ditaduras latino americanas, como a chilena que ali era acompanhada na França retratada pelo filme, a do início dos anos 70, e pelo olhar de uma criança. Há tantos filmes nesse sentido, como aquele brasileiro que ficou bastante conhecido, “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburger, muito semelhante ao “A Culpa...”, pois também traz o olhar infantil para o contexto político da época. Outro exemplo, mais...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Coluna do leitor - Sobre a ocupação do Anhangabaú

. . Por Mistura Indigesta, com 5 comentários

Em 15 de outubro de 2011, atendendo ao chamado global de mobilização puxado por indignados de todo o mundo, me uni ao que na época era um pequeno grupo que ocupou o vale do Anhangabaú em São Paulo, mais precisamente a área em baixo do viaduto do chá. Estamos acampados a mais de 10 dias e não somos mais tão poucos. Somos muitos e muito plurais. Somos punks, índios, anons, moradores de rua, estudantes, trabalhadores, professores, permacultores e muito mais do que isso.Nosso movimento tem sido visto com certa desconfiança, pois não nos enquadramos...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Considerações sobre o senso comum...

. . Por Thiago Aoki, com 6 comentários

Ter o pensamento social como objeto de nossa profissão, significa viver, dia-a-dia, um dilema. Quase sem querer somos levados a uma certa arrogância, pensando que fomos um dos poucos iluminados que tivemos a capacidade de sair da redoma de dominação dentro da qual o resto do mundo está trancafiado. Por eufemismo, trocarei o termo “arrogância” para “dificuldade em lidar com o senso comum”.---Situação 1:O acadêmico está em uma livraria lendo manuscritos inéditos de Dostoievski quando escuta por de...

domingo, 16 de outubro de 2011

É velho, é novo, é clássico, é louco, é absurdo

. . Por Unknown, com 1 commentário

- Como é que é, “Ulisses”? - Isso, já ouviu falar, o livro? - Claro, já li até, escrito por James Joyce, mas entendi nadinha, bulhufas daquele calhamaço... - Sim, mas falo de outro, do Ulisses da “Odisséia”, de Homero. De qualquer modo, Joyce se refere a Homero, mas de outra forma, num contexto completamente diferente, e mesmo parodiando, por assim dizer, aquela obra clássica. Porém, falo daquele da grécia antiga mesmo. - Humm... não conheço. Não, não desista logo agora que mal começaram...

sábado, 1 de outubro de 2011

Coluna do Leitor - As aventuras de Gardenal, o último homem livre - Parte II

. . Por Mistura Indigesta, com 2 comentários

Papai e mamãe que me desmintam, mas poucas vezes na vida alguém tem tanto poder como quando escolhe o nome de uma criança. •Tem basicamente dois jeitos de dar nome: o primeiro é ver com que se parece o pequeno ser: coisa meiga, nome meigo; coisa bruta, nome maiúsculo: por isso é difícil conhecer uma pitibul chamada Lilica, por exemplo. Mas – cá entre nós – ainda bem! Imagine agora se essa prática fosse usada em humanos, a quantidade de “inhos” que pululariam dessa coisa chamada apelido por diminutivo!...

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