Vou ser
pai! Recebo a notícia com incrível felicidade. O fato de ser
responsável por um outro ser humano totalmente indefeso obviamente
me assusta. Assim como me assusta uma segunda responsabilidade que a
acompanha. Da necessidade de tornar-me um exemplo para alguém parece
surgir uma estranha responsabilidade de ser eu mesmo em toda a minha
plenitude.
De tempos
em tempos tenho alguns espasmos de integridade, que me impelem, na
voz de Nietzsche (interpretado por Marco Nanini, na minha
imaginação),...